Laboratoristas do TRT-15 iniciam curso de formação continuada nesta segunda, 22/6
Teve início nesta segunda-feira, 22/6, a edição de 2026 do curso de formação continuada de laboratoristas – “Trilha II – Laboratorista Júnior”, evento promovido pelo Co.Labora 15 do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região. Cerca de 40 integrantes, entre magistrados e servidores, participam presencialmente dos trabalhos, que se estendem até terça-feira, 23/6, somando 16 horas-aula. Neste ano, o curso recebeu mais nove integrantes, além dos 31 que acompanham a formação desde a criação do Co.Labora 15.
Nos dois dias do encontro, realizado no espaço do Laboratório de Inovação, no edifício administrativo do tribunal, os trabalhos são conduzidos pelo juiz do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), José Faustino Macêdo de Souza Ferreira, pós-graduado em Direito Público pela Universidade Maurício de Nassau (Recife-PE) e coordenador do Instituto de Desenvolvimento de Inovação Aplicada ao Tribunal de Justiça de Pernambuco (IDEIAS-TJPE), e pelo servidor do TJPE João Guilherme de Melo Peixoto, doutor em Comunicação Social pela UFPE e professor permanente do Mestrado em Indústrias Criativas da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP).

A coordenadora e o vice-coordenador do Co.Labora 15, os juízes Daniela Macia Ferraz Giannini e Marcel de Ávila Soares Marques, abriram o encontro dando as boas-vindas aos participantes e ressaltando a alegria de receber a todos, inclusive os novos laboratoristas, para as oficinas dedicadas à criatividade e às práticas imersivas para a construção coletiva de soluções para desafios complexos, com o objetivo de transformar a realidade do tribunal.
Alinhado à Política Nacional de Gestão da Inovação do CNJ, o curso visa capacitar os laboratoristas para enfrentar os desafios da Justiça do futuro. O objetivo é promover uma cultura mais plural e participativa, desenvolvendo competências essenciais para que o Poder Judiciário possa criar e compartilhar soluções inovadoras. Nesta ação formativa, serão abordados temas fundamentais para a modernização institucional, como gestão estratégica, motores de mudança e cenários de futuros prováveis no Judiciário, por meio de metodologias criativas, estratégias de ideação, prototipação e da ferramenta "Roda do Futuro".
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